A importância dos mascotes

 

O mascote, além de incentivar e interagir com os mais diversos tipos de pessoas, cativa o público infantil e desperta seu interesse pelos produtos e serviços, trazendo consigo laços de fidelidade entre uma marca e seus consumidores. Há empresas resistentes quanto à adoção de um mascote em sua identidade visual, não percebendo sua importância na interlocução e na relação entre o cliente e a marca, entretanto, como recursos eficientes e muito presentes no nosso cotidiano, alguns deles marcam nossas vidas e ficam para sempre presentes no nosso subconsciente. Conheça alguns dos mais famosos mascotes e que traduziram os valores da empresa de forma amigável e simples:

Eleito como o melhor logotipo do mundo, o personagem Bibendum – ou Bib -, símbolo da Michelin, surgiu em 1898, quando os irmãos Michelin observavam uma pilha de pneus de diferentes dimensões. A aparência corpulenta formada pela pilha os fizeram criar o mascote da marca.

Tony, o tigre personagem dos Sucrilhos Kellogg’s, foi criado em 1952 e venceu um concurso para definir o mascote da marca. Tony venceu um elefante, um gnu e um canguru. Passando por algumas adaptações visuais, o tigre foi considerado um dez maiores personagens do século 20.

O Lequetreque, franguinho da Sadia, surgiu em 1971 com a intenção de promover a comercialização de produtos congelados, principalmente o frango defumado, que já vinha temperado e podia ir direto para o forno, reduzindo o tempo de preparo. Daí a ideia de se criar um personagem ágil, com capacete e óculos de motoqueiro.

O Cofapinho, cachorro da raça bassê personagem da Cofap, foi um dos principais ícones da publicidade brasileira em 1989. Uma curiosidade é que a raça bassê ficou conhecida como “Cofapinho” após o surgimento do mascote. Recentemente a empresa voltou a utilizá-lo.

Com o slogan “O bom humor começa aqui”, Happy, novo mascote do McLanche Feliz, chega ao Brasil com o propósito de representar uma opção saudável de alimentação e incentivar o consumo de frutas e legumes entre crianças.

Associando alimentação a diversão, Royal utilizou esta estratégia para aumentar o consumo do produto entre as crianças e adotou Bocão, uma gelatina vermelha, como mascote em 1989.

Quik Bunny, o coelho que promove a marca Nesquik, foi criado em 1973 e marcou a infância de quem tem hoje por volta de 30 anos. Mesmo passando por diversas modificações visuais, Quik foi nomeado como um dos 25 coelhos mais memoráveis do mundo.

Assolino, o mascote da Assolan, foi criado como uma ferramenta de disputa do mercado com a concorrente Bom Bril. Para isso, ele adotou uma postura descontraída que chamasse a atenção da dona de casa, dançando músicas de Calypso, Rouge e Latino.

Fuleco, o Tatu-bola, é o mascote da Copa do Mundo FIFA de 2014, a ser realizada no Brasil. Ele representa uma espécie nativa do país de tatu-bola, que encontra-se em estado de espécie ameaçada de extinção.

 

Nossos Mascotes

 

Creato, atendendo às necessidades de empresas de se aproximarem de seus clientes, já deu vida a muitos mascotes. Traduzindo conceitos, lemas e características de cada empresa, desenvolvemos mascotes que ajudaram a popularizar as marcas. Confira alguns exemplos:

Os mascotes criados para o Clube Passense de Natação (CPN) tiveram seus nomes escolhidos a partir de um concurso realizado pelo próprio clube. Uma sócia, que lhes batizou de Cepê e Ene, foi a ganhadora e é a madrinha oficial dos personagens.

O mascote do Colégio Del Rey personifica os alunos e dá vida às campanhas realizadas pelas instituição. Frequentemente utilizado nos materiais, ele tem uma abordagem infantil que condiz com a área de trabalho da empresa.

O carro sorridente e amarelo é o mascote utilizado pelo Auto Posto Carrão, um posto de combustível e serviços automotivos. Ele une todos os conceitos que o estabelecimento possui, além de ser uma representação do próprio nome da empresa.

O blog cultural inaugurado em 2012, Queijo com Cultura, faz uso de um mascote que acompanha suas postagens e atualizações. Retratado de forma sempre flexível, o mascote sabe ler, tocar violão, cantar e até mesmo praticar esporte.

Os cachorros-quentes Big Dog cativam o seu público e agregam valor com o uso do mascote, que foi conceituado como o produto que a empresa comercializa.

 

O mascote do Super Dog, um cachorro super-herói, surgiu após uma brincadeira com os termos da empresa de cachorros-quentes.

Para uma empresa do grupo MAX Telecom, Max Sistemas de Climatização, foi criado um pinguim que atua como interlocutor e aproxima os clientes de modo lúdico.

Considerado um político moderno, Dr. Roberto Alves, candidato e ganhador à prefeitura de Arcos, utilizou em sua campanha um mascote originado a partir de sua caricatura.

Planinho, um mascote desenvolvido para a campanha do Plano de Saúde da Santa Casa de Passos, é um pequeno alien que prega a saúde e a importância de hábitos saudáveis.

A equipe da Creato também conta com seus próprios mascotes em caricatura. Respectivamente, Andy, Fernando, Fernando Macedo e Lívia.

Este é o mascote da nossa agência! Criado há mais de 3 anos, ele foi reformulado este ano no quarto aniversário da agência para que tivesse mais personalidade, sendo assim mais carismático e interativo.